Filhos do dia com os pés na terra não temos asas, gritamos por ajuda, voar é o que aprendemos, como se segurássemos a respiração, esperando por chegar. Não somente os que não estão com os pés no chão, mas também os que com a mente nas estrelas, nas suas pesquisas, andam.
Sigam-nos sentidos, vocês nos põem a andar ou andamos por lhes perseguir? Vencer o que? Correr pra onde? Intelectuais de merda, vaidosos como eu, talvez por estar longe do topo falo, digam para onde seguir, ninguém mais os ouve. Perdidos olhando para fora, tentamos entender o nossos mundos de dentro; em vão. Mas obviamente este não é o seu caso, você faz o que se deve fazer.
Ainda rascunho, continuará rascunho.